Em 05 de outubro de 1982 Deus, em sua infinita sabedoria decidiu que eu deveria vir ao mundo (ou mesmo decidiu isto bem antes.) aos 3 anos, percebi que estava vivo, e deve ter sido mais ou menos nesta é
poca que esqueci como Ele era. Com 4 anos, minha imaginação era um turbilhão de idéias, e vivia no mundo da lua ao brincar com meus carrinhos e aviões, pelo que sempre fui apaixonado. Lembro que meu pai me levava muito ao aeroporto, e eu sempre via os aviões por lá. Lembro também de meu avô me levando ao aeroporto, lembro de minha mãe me levando... Lembro que o “manobrista” dos aviões, que ficava com duas “raquetes” de ping-pong na mão, levava as crianças para perto das aeronaves... Lembro do Fokker da Tam. Lembro dos Senneca´s, dos Caravan´s, dos tucanos em época de demonstração aérea e dos Xavantes nos treinamentos militares. Com 6 anos, descobri, através da filha da empregada que meninos e meninas tinham diferenças físicas. Aos 7, ganhei uma irmãzinha, e perdi um pai presente, pois aquela imagem de herói se foi, naquela noite em que ele trancou minha mãe no meu quarto e desapareceu com as roupas dele. E chegaram meus 13 anos. Vou falar muito dos 13... Foi o ano das descobertas... Ano de descobrir como era bom beijar uma garota, ano de se apaixonar por todas as meninas bonitinhas da sala. Ano de descobrir como é bom um par de seios... Ano de descobrir desejos do corpo... Ano de descobrir também que meus irmãos do primeiro casamento eram mais amados pelo meu pai do que nós... Ano que descobri também que existem classes A, B, C, D e E, e que a classe A não se mistura com a B, que também não se mistura com a C, D e E... Descobri que dinheiro vale mais do que amizade, e que as pessoas subiam sobre as outras sem dó nem piedade... Descobri o triste gosto de uma garota me trocar pelo bad-boy da turma... E descobri que ser mal às vezes era necessário. Aos 13, descobri como uma garrafa de vidro de 1 litro pode fazer tantas cicatrizes numa pessoa só, ao estourar. Descobri também aos 13 que fiz uma péssima escolha, ao trocar uma escola estadual por uma particular... E senti o gosto amargo de uma repetência. Aos 13 fiquei revoltado com a vida. Fumei a primeira vez, bebi a primeira vez e poderia ter usado drogas, tamanha era minha fragilidade. Aos 13 eu pichei muro, roubei dinheiro da minha mãe para jogar videogame nas inúmeras locadoras que existiam pela cidade, briguei na rua, insultei colegas e apanhei também, assim como fui insultado. Como era o cara-problema da minha sala, fui acusado várias vezes injustamente, e quase fui expulso do colégio, onde então, devo ter acordado para a realidade. Aos 15 amadureci os pensamentos, larguei os carrinhos de lado e comecei a pensar na minha vida profissional, já que, também aos 13, comecei a trabalhar. Aos 16 conheci a primeira garota que amei de verdade, ou que pelo menos amaria um dia. Aos 16, percebi como era bom fugir com ela de madrugada pela janela do quarto, e sair como dois loucos pelas ruas da cidade. Aprendi a aplicar a Física na vida, através dos pegas de rua e manobras na Univerdecidade. Aprendi a aplicar a formula S=So+Vt através das minhas corridas nas noites. Aprendi a rodar carros em chão seco e molhado. Aprendi que a mais de 80 km/h não se brinca no volante. Aprendi que dirigir defensivamente é melhor do que ofensivamente. Aos 16, também aprendi como é fazer amor. Aos 19 anos, aprendi como dói a separação, o término de um namoro, e como dói perder alguém que se gosta muito. Aprendi que homens choram por mulheres, e aprendi que não se vi
ve sem um grande amor. Aos 20, aprendi como dói a saudade da família, e como é duro morar numa cidade fora da sua, com desconhecidos e rotina diferente da que estava acostumado. Também descobri como ganhar dinheiro com o que gostava de fazer. Aos 20, tive o gostinho do primeiro carro, da primeira aventura na mata, e me apaixonei pela noite, por festas, por agitos e pelo raiar do sol. Aos 20, aprendi como é fazer sexo sem amor. Aos 21 retornei à minha terra e aprendi como se perde um padrão de vida, e como o ser humano é adaptável a seu meio de existência. Aos 21, aprendi que não se mistura Amizade e Negócios, e aprendi como é duro perder dinheiro num empreendimento mal sucedido. Aos 21, me apaixonei pela segunda vez por uma mulher, porém estive longe de amá-la. Aos 22 aprendi como é estar à beira de uma depressão. Também aos 22 eu aprendi como é frustrante estar em casa sem dinheiro, sem amigos e sem namorada. Aos 22 anos, tive minha segunda namorada séria, e me frustrei num término que não acabou... Aos 23, comecei a me reerguer, e vivi muita coisa boa.. Me abri de novo para a vida. Aos 23, aprendi que com mulher casada não se mexe, e que mulheres com problemas existem em todo lugar. Aos 23, quase me apaixonei de novo em um momento, e agora me vem novamente esta sensação... Aos 23, me tornei um DJ conhecido na minha cidade, e ouço sempre meu nome na rádio. Aos 23, dei flores novamente a uma mulher, e vivi alguns minutos de perfeição, aos quais buscava por muito tempo. Aos 23 anos, estive perto talvez de um grande amor, que por ansiedade minha ou capricho do destino, novamente me vi trocado por outro... Porém, incrivelmente ainda sinto carinho, respeito e admiração por tal pessoa... Aos 23, aprendi que páginas viradas são páginas viradas... E que ciclos terminados não se iniciam novamente no mesmo espaço-tempo. Aos 23, aprendi que se cativa uma mulher com palavras, porém a mantém com atitudes... Aos 23, aprendi que nada sei sobre garotas, e não entendo o que uma delas quer comigo... Aos 23, fui chamado de sapo
(e faz sentido, afinal gosto de pererecas...), porém ainda não fui beijado para que eu me tornasse um príncipe (e nem sei de fato se sou um). Aos 23, me determinei a morar sozinho, e pela primeira vez, toco este projeto adiante. Aos 23 tenho a possibilidade de ir morar em Londres, mas a indecisão e o investimento são empecilhos fortes... Aos 23, escrevo este blog, neste momento, fazendo um balanço da minha vida, e vendo que nunca fui exemplo, mas sempre busquei viver bondosamente. Aos 23 não me seduzo mais com dinheiro, e me fascino com um sorriso sincero e verdadeiro. Aos 23, espero menos dos outros e mais de mim mesmo. Aos 23 eu olho para trás, vejo tudo que fiz, vejo que de nada me arrependo, e vejo que faria tudo novamente. Aos 23 vejo que, mesmo todos aqueles que não me respeitaram um dia, teria ainda assim o meu respeito. Aos 23 percebo que, mesmo tendo tropeçado tantas vezes, ainda teria me dedicado a todas elas, como eu fiz... Aos 23, vejo que amei cada um e cada uma que passou na minha vida... Vejo que poderia passar minha eternidade com todos eles e com todas elas... Vejo que nada foi em vão, e que tudo acontece por conta de alguma coisa. Nada é por acaso. Aliás, acaso não existe, e é por isso que vivo tudo com muita emoção, por que deixo em cada pessoa, um pouco de mim. E carrego comigo um pouco de cada uma. Se eu plantasse uma flor para cada mulher que tem a minha admiração, eu teria um jardim pleno, com as mais belas e variadas espécies... E cada uma seria diferente, mesmo que parecessem iguais... Cada uma tem uma importância diferente na minha vida, e não conseguiria compará-las umas com as outras de forma alguma, pois cada uma seria única para mim. Quando alguém quiser se lembrar de mim de alguma forma,
acorde às 5 horas da manhã, vá até um local alto e descampado, com muita grama e vegetação, espere o sol nascer, sinta o cheiro do orvalho evaporando por entre as narinas, tire os sapatos e fique descalço sob a grama ainda molhada. E quando o céu passar de preto a azul ainda escuro, olhe para aquela estrela que brilha lá no alto... É a mais brilhante, a mais intensa... Espere o sol sair do horizonte, e olhe para cima... Veja que, mesmo com o sol de fora, ela ainda permanece ali. Olhe para ela e feche seus olhos. Respire. Não pense em nada... Abra seus braços e sinta a brisa fria da madrugada que ainda prevalece na sua nuca. Sinta aquele arrepio... Ainda de olhos fechados, escute sua respiração, sentindo o cheiro da grama... Abra seus olhos agora, e veja tudo começando... Veja os pássaros começando a voar, os carros aparecendo de pouco a pouco, veja a vida ressurgindo... Vocês irão se lembrar de mim neste momento. Por que tudo que faço, eu procuro sentir... Sempre que vivo algo, o faço com lucidez. E sempre que eu gosto, eu o faço com intensidade.
Então chego aos 24, talvez com muita coisa a aprender... Talvez com algo a ensinar... Quem sabe, predestinado a amar alguém, e quem sabe até ser amado por “essa” alguém... Então, parabéns para mim... E Obrigado a todos que, de alguma forma, fazem parte da minha tão emocionante e intensa vida.
poca que esqueci como Ele era. Com 4 anos, minha imaginação era um turbilhão de idéias, e vivia no mundo da lua ao brincar com meus carrinhos e aviões, pelo que sempre fui apaixonado. Lembro que meu pai me levava muito ao aeroporto, e eu sempre via os aviões por lá. Lembro também de meu avô me levando ao aeroporto, lembro de minha mãe me levando... Lembro que o “manobrista” dos aviões, que ficava com duas “raquetes” de ping-pong na mão, levava as crianças para perto das aeronaves... Lembro do Fokker da Tam. Lembro dos Senneca´s, dos Caravan´s, dos tucanos em época de demonstração aérea e dos Xavantes nos treinamentos militares. Com 6 anos, descobri, através da filha da empregada que meninos e meninas tinham diferenças físicas. Aos 7, ganhei uma irmãzinha, e perdi um pai presente, pois aquela imagem de herói se foi, naquela noite em que ele trancou minha mãe no meu quarto e desapareceu com as roupas dele. E chegaram meus 13 anos. Vou falar muito dos 13... Foi o ano das descobertas... Ano de descobrir como era bom beijar uma garota, ano de se apaixonar por todas as meninas bonitinhas da sala. Ano de descobrir como é bom um par de seios... Ano de descobrir desejos do corpo... Ano de descobrir também que meus irmãos do primeiro casamento eram mais amados pelo meu pai do que nós... Ano que descobri também que existem classes A, B, C, D e E, e que a classe A não se mistura com a B, que também não se mistura com a C, D e E... Descobri que dinheiro vale mais do que amizade, e que as pessoas subiam sobre as outras sem dó nem piedade... Descobri o triste gosto de uma garota me trocar pelo bad-boy da turma... E descobri que ser mal às vezes era necessário. Aos 13, descobri como uma garrafa de vidro de 1 litro pode fazer tantas cicatrizes numa pessoa só, ao estourar. Descobri também aos 13 que fiz uma péssima escolha, ao trocar uma escola estadual por uma particular... E senti o gosto amargo de uma repetência. Aos 13 fiquei revoltado com a vida. Fumei a primeira vez, bebi a primeira vez e poderia ter usado drogas, tamanha era minha fragilidade. Aos 13 eu pichei muro, roubei dinheiro da minha mãe para jogar videogame nas inúmeras locadoras que existiam pela cidade, briguei na rua, insultei colegas e apanhei também, assim como fui insultado. Como era o cara-problema da minha sala, fui acusado várias vezes injustamente, e quase fui expulso do colégio, onde então, devo ter acordado para a realidade. Aos 15 amadureci os pensamentos, larguei os carrinhos de lado e comecei a pensar na minha vida profissional, já que, também aos 13, comecei a trabalhar. Aos 16 conheci a primeira garota que amei de verdade, ou que pelo menos amaria um dia. Aos 16, percebi como era bom fugir com ela de madrugada pela janela do quarto, e sair como dois loucos pelas ruas da cidade. Aprendi a aplicar a Física na vida, através dos pegas de rua e manobras na Univerdecidade. Aprendi a aplicar a formula S=So+Vt através das minhas corridas nas noites. Aprendi a rodar carros em chão seco e molhado. Aprendi que a mais de 80 km/h não se brinca no volante. Aprendi que dirigir defensivamente é melhor do que ofensivamente. Aos 16, também aprendi como é fazer amor. Aos 19 anos, aprendi como dói a separação, o término de um namoro, e como dói perder alguém que se gosta muito. Aprendi que homens choram por mulheres, e aprendi que não se vi
ve sem um grande amor. Aos 20, aprendi como dói a saudade da família, e como é duro morar numa cidade fora da sua, com desconhecidos e rotina diferente da que estava acostumado. Também descobri como ganhar dinheiro com o que gostava de fazer. Aos 20, tive o gostinho do primeiro carro, da primeira aventura na mata, e me apaixonei pela noite, por festas, por agitos e pelo raiar do sol. Aos 20, aprendi como é fazer sexo sem amor. Aos 21 retornei à minha terra e aprendi como se perde um padrão de vida, e como o ser humano é adaptável a seu meio de existência. Aos 21, aprendi que não se mistura Amizade e Negócios, e aprendi como é duro perder dinheiro num empreendimento mal sucedido. Aos 21, me apaixonei pela segunda vez por uma mulher, porém estive longe de amá-la. Aos 22 aprendi como é estar à beira de uma depressão. Também aos 22 eu aprendi como é frustrante estar em casa sem dinheiro, sem amigos e sem namorada. Aos 22 anos, tive minha segunda namorada séria, e me frustrei num término que não acabou... Aos 23, comecei a me reerguer, e vivi muita coisa boa.. Me abri de novo para a vida. Aos 23, aprendi que com mulher casada não se mexe, e que mulheres com problemas existem em todo lugar. Aos 23, quase me apaixonei de novo em um momento, e agora me vem novamente esta sensação... Aos 23, me tornei um DJ conhecido na minha cidade, e ouço sempre meu nome na rádio. Aos 23, dei flores novamente a uma mulher, e vivi alguns minutos de perfeição, aos quais buscava por muito tempo. Aos 23 anos, estive perto talvez de um grande amor, que por ansiedade minha ou capricho do destino, novamente me vi trocado por outro... Porém, incrivelmente ainda sinto carinho, respeito e admiração por tal pessoa... Aos 23, aprendi que páginas viradas são páginas viradas... E que ciclos terminados não se iniciam novamente no mesmo espaço-tempo. Aos 23, aprendi que se cativa uma mulher com palavras, porém a mantém com atitudes... Aos 23, aprendi que nada sei sobre garotas, e não entendo o que uma delas quer comigo... Aos 23, fui chamado de sapo
(e faz sentido, afinal gosto de pererecas...), porém ainda não fui beijado para que eu me tornasse um príncipe (e nem sei de fato se sou um). Aos 23, me determinei a morar sozinho, e pela primeira vez, toco este projeto adiante. Aos 23 tenho a possibilidade de ir morar em Londres, mas a indecisão e o investimento são empecilhos fortes... Aos 23, escrevo este blog, neste momento, fazendo um balanço da minha vida, e vendo que nunca fui exemplo, mas sempre busquei viver bondosamente. Aos 23 não me seduzo mais com dinheiro, e me fascino com um sorriso sincero e verdadeiro. Aos 23, espero menos dos outros e mais de mim mesmo. Aos 23 eu olho para trás, vejo tudo que fiz, vejo que de nada me arrependo, e vejo que faria tudo novamente. Aos 23 vejo que, mesmo todos aqueles que não me respeitaram um dia, teria ainda assim o meu respeito. Aos 23 percebo que, mesmo tendo tropeçado tantas vezes, ainda teria me dedicado a todas elas, como eu fiz... Aos 23, vejo que amei cada um e cada uma que passou na minha vida... Vejo que poderia passar minha eternidade com todos eles e com todas elas... Vejo que nada foi em vão, e que tudo acontece por conta de alguma coisa. Nada é por acaso. Aliás, acaso não existe, e é por isso que vivo tudo com muita emoção, por que deixo em cada pessoa, um pouco de mim. E carrego comigo um pouco de cada uma. Se eu plantasse uma flor para cada mulher que tem a minha admiração, eu teria um jardim pleno, com as mais belas e variadas espécies... E cada uma seria diferente, mesmo que parecessem iguais... Cada uma tem uma importância diferente na minha vida, e não conseguiria compará-las umas com as outras de forma alguma, pois cada uma seria única para mim. Quando alguém quiser se lembrar de mim de alguma forma,
acorde às 5 horas da manhã, vá até um local alto e descampado, com muita grama e vegetação, espere o sol nascer, sinta o cheiro do orvalho evaporando por entre as narinas, tire os sapatos e fique descalço sob a grama ainda molhada. E quando o céu passar de preto a azul ainda escuro, olhe para aquela estrela que brilha lá no alto... É a mais brilhante, a mais intensa... Espere o sol sair do horizonte, e olhe para cima... Veja que, mesmo com o sol de fora, ela ainda permanece ali. Olhe para ela e feche seus olhos. Respire. Não pense em nada... Abra seus braços e sinta a brisa fria da madrugada que ainda prevalece na sua nuca. Sinta aquele arrepio... Ainda de olhos fechados, escute sua respiração, sentindo o cheiro da grama... Abra seus olhos agora, e veja tudo começando... Veja os pássaros começando a voar, os carros aparecendo de pouco a pouco, veja a vida ressurgindo... Vocês irão se lembrar de mim neste momento. Por que tudo que faço, eu procuro sentir... Sempre que vivo algo, o faço com lucidez. E sempre que eu gosto, eu o faço com intensidade.Então chego aos 24, talvez com muita coisa a aprender... Talvez com algo a ensinar... Quem sabe, predestinado a amar alguém, e quem sabe até ser amado por “essa” alguém... Então, parabéns para mim... E Obrigado a todos que, de alguma forma, fazem parte da minha tão emocionante e intensa vida.

Um comentário:
Rodrigo tinha que me manifestar de alguma maneira nesse dia tão especial para vc.
Não vou te elogiar,falar do meu carinho e amizade pois isso vc ja sabe de cor rs,mesmo em tão pouco tempo de amizade aprendi a te admirar pela linda pessoa que é,pela sua alegria de viver e pelo homem romantico que é.
Quero mesmo deixar essa msg para vc e desejar MUITAS FELICIDADES,SAUDE,PAZ,AMOR E SUCESSO hoje e sempre.
Sua amiga de hoje e sempre
Kall
Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano(ja qwue dizem que nosso ano começa qdo aniversariamos),
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente...
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!!!
(Carlos Drummond de Andrade)
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