Existia uma época (e isso eu sei por que acabei vendo) que as pessoas simplesmente se apaixonavam
. Elas mandavam cartas de amor, bilhetes, flores, cestas, faziam surpresas, mandariam mensagens no celular, se isso ja existisse... Faziam certas coisas valerem apena na vida... Existia uma época que quando um casal dizia "eu te amo" um para o outro, havia toda uma história por trás destas 3 pequenas palavras. Existiu uma época que cumplicidade era uma coisa muito comum de se encontrar, e que lealdade e respeito era questão de caráter, e não de opção. Existiu sim uma época em que as pessoas ligavam menos para o que o outro tinha, e sempre tentavam exergar o que o outro era. Existiu uma época em que joguinhos eram temperos de relacionamento, e não modos de auto-afirmação. Ah sim, aquela época em que se deitava na grama e olhava para o céu, ao lado da pessoa que se amava, e se fazia promessas de tempos maravilhosos que ainda viriam, ou se lembrava dos tempos maravilhosos que se passaram, sempre se prometendo um ao outro que ainda viveriam muito mais... Houve um tempo em que quando um morria, o outro quase ia junto de tanto sofrer, e de tanto que era relevante o sentimento que hoje é tão banalizado... Existiu uma época que, quando um homem levava flores para uma mulher, ele era considerado um "gen
tleman", e não um bobão que se arrastava por fulana... Existiu uma época em que a mulher era o porto seguro, a doença sem cura, a paixão das paixões, aquela que você sabia que "era ela" antes mesmo de conhecê-la... Não a gostosa, ex não sei de quem q participa de joguinhos ao estilo Gilberto Barros na tevê, ficando semi-nua num tanque de água... Existiu sim uma época que não existia apelação, não existia "forçar a barra", não existia desrrespeito consigo mesmo...
. Elas mandavam cartas de amor, bilhetes, flores, cestas, faziam surpresas, mandariam mensagens no celular, se isso ja existisse... Faziam certas coisas valerem apena na vida... Existia uma época que quando um casal dizia "eu te amo" um para o outro, havia toda uma história por trás destas 3 pequenas palavras. Existiu uma época que cumplicidade era uma coisa muito comum de se encontrar, e que lealdade e respeito era questão de caráter, e não de opção. Existiu sim uma época em que as pessoas ligavam menos para o que o outro tinha, e sempre tentavam exergar o que o outro era. Existiu uma época em que joguinhos eram temperos de relacionamento, e não modos de auto-afirmação. Ah sim, aquela época em que se deitava na grama e olhava para o céu, ao lado da pessoa que se amava, e se fazia promessas de tempos maravilhosos que ainda viriam, ou se lembrava dos tempos maravilhosos que se passaram, sempre se prometendo um ao outro que ainda viveriam muito mais... Houve um tempo em que quando um morria, o outro quase ia junto de tanto sofrer, e de tanto que era relevante o sentimento que hoje é tão banalizado... Existiu uma época que, quando um homem levava flores para uma mulher, ele era considerado um "gen
tleman", e não um bobão que se arrastava por fulana... Existiu uma época em que a mulher era o porto seguro, a doença sem cura, a paixão das paixões, aquela que você sabia que "era ela" antes mesmo de conhecê-la... Não a gostosa, ex não sei de quem q participa de joguinhos ao estilo Gilberto Barros na tevê, ficando semi-nua num tanque de água... Existiu sim uma época que não existia apelação, não existia "forçar a barra", não existia desrrespeito consigo mesmo... Obviamente que, quando você abre uma revista, ou ve um programa de tevê, se tem aquela sensação de que está no "mundo" errado... Mas é então que você percebe que o idiota é você. O que você pensa, o que você faz, o que você sente apenas não serve na atualidade... e acaba sendo excluído de tudo. Então você obviamente irá um dia fazer como eu decidi fazer hoje, e que muitos decidiram fazer ha mais tempo atrás... Se adaptar.
Ou você se banaliza, ou você sofre.
Então, viva a banalização de tudo... por que ficar doente não vale apena. E é mais fácil fechar seus pensamentos ridículos a você mesmo do que se abrir aos outros e se ver como o bobo da corte...
Viva a liberdade! Viva a "pegação"! Viva a morte do romantismo! Viva a bebida! Viva os amigos de buteco! Viva vomitar todas as manhãs pensando como foi bom dar vexame na noite anterior... Viva os relacionamentos sem conteúdo, sem compromisso, sem respeito, sem cumplicidade, sem união e sem segurança!!!! Viva as mulheres semi-nuas na TV! Viva os idiotas que contam como e quando "traçaram" suas namoradinhas apaixonadas na noite anterior! Viva os casamentos abertos! Viva a bendita cana, que nos permite dizer: "Não me lembro disso"! Viva... Tente viver assim... Apenas tente...

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