Conta uma história que no início de suas criações, duas almas gêmeas se destacaram pela incrível ligação que tinham e pela beleza de sua aurea. Entretanto, todas as vezes de se encarnarem na terra, elas tinham que passar por uma das fontes do éden a que foram destinadas para se encontrare
m. Deveriam beber sempre daquela fonte, senão uma terrível maldição os assombraria durante 10 vidas. E se nestas 10 vidas eles não se encontrassem, a ligação seria quebrada, e as almas condenadas a viver separadas no paraíso, sempre uma sofrendo a falta da outra...Outro acontecimento, seria que nunca se encontrariam no éden durante estas 10 vidas, e o ciclo destas almas começaria a se quebrar. Após as 10 vidas, elas se veriam sempre, mas sempre existiria um penhasco sem fundo e extenso por entre elas... E nada poderia ser feito, após estas 10 vidas, para que elas pudessem se encontrar novamente na terra. E estariam condenadas a se ver nos jardins do éden, porém sem se tocar ou sem sentir uma à outra. E sempre que vinham à terra, viviam o amor mais intenso de todos os amores ja vividos, quebravam preconceitos, venciam desafios e alcançavam sempre a plenitude da vida. Eis que em uma das vezes ao buscar a fonte para voltar, uma das almas ficou seduzida por outra fonte, logo mais adiante e rumou a ela para provar de sua água. Porém a outra, que era prudente, e sempre buscava a fonte de origem preferiu não afrontar o Criador e fez como sempre fazia. Ao descer à terra, a Alma prudente ja nasceu com um espírito de busca, algo que a consumia sempre e sempre, que a fazia ter necessidade de algo que não sabia o que era, e buscava sempre por aquilo que a completava, mas nunca conseguia dicernir o que poderia ser. A outra alma, que ficou seduzida por uma outra fonte entretanto, não se dava conta do que havia feito, e sentia sempre algo a consumir, uma aflição inexplicável, uma dúvida implacável de muitas coisas a cerca da vida. E o ciclo sempre era assim. Ficaram 4 vidas se se encontrarem, nem na terra e nem no Éden. E a alma prudente, desesperada, caía em profundo sofrimento, o que acabou fazendo brotar em sua consciência uma sensibilidade aflorada e ao mesmo tempo uma mágoa sombria que sempre pairava em seu coração. Esta alma nunca conseguiu saber do que se tratava na terra, ao passo que sempre buscava se doutrinar no éden, para nunca tomar o caminho errado (visto que esta sempre foi prudente, embora tenha sido criada para ser a emoção, e não a razão). Na quinta vida, estas almas se encontraram, se conheceram, se tocaram, mas a alma que se seduzira por outra fonte não teve a sensibilidade para sentir a ligação que as duas tinham no éden, e traiu a outra com seu desprezo e sua indiferença... A sensibilidade da primeira alma se solidificou, juntamente com a mágoa, e ao retornar ao éden pela quinta vez, a alma prudente chegou ao Criador e disse que estava desistindo de sua outra parte, pois a mesma não tinha mais a ligação inicial com a qual se originaram. O Criador entretanto, em sua infinita sabedoria e compaixão, apaziguou aquela tão sofrida alma, e disse que a punição só viria para a parte que teria se eximido de seus ensinamentos na criação. Então, antes de retornar a prudente alma pensou sobre o que poderia acontecer, se acaso ela bebesse da fonte que a outra alma havia bebido, mas logo entendeu que a angústia no éden que ela tinha, poderia ser tambéma angústia da sua outra parte, e que a mesma também poderia estar bebendo novamente da fonte que fora destinada a ela. E a alma retornou pela 6a. vez à terra, sempre com a mesma busca, sempre com a mesma dúvida, e algo em sua consciencia martelava que o tempo estava acabando, e neste desespero, chegava a confundir outras almas com a sua, com aquela que sempre buscava, que sempre procurava... Mas a busca parecia em vão, sempre em vão. E suas vidas após este episódio se tornavam cada vez mais vazias, cada vez mais sofridas e cada vez mais sem sentido. Ao retornar ao éden, pensando no que o Criador havia dito, subiu ainda um constante desespero, pois se a outra alma fosse punida, ela perderia uma parte de si mesmo. E foi então que a alma prudente teve de deixar sua mágoa de lado e descer novamente à terra, para salvar aquela que sempre esteve em ligação, que sempre completou uma à outra. E após vários renascimentos, pela sétima vez, esta alma, com de
terminação, e deixando suas angústias de lado, partiu em busca novamente por ela, que poderia estar em qualquer parte do mundo. Seu amor foi tão grande, que fez aquela ligação das primeiras vidas ressurgir, e logo encontrou sua outra alma. Como aquela que se seduziu pela outra fonte perdeu toda a sensibilidade para com sua outra parte, assim como em outra ocasião, não a reconheceu. E como a alma que havia sido prudente foi criada para ser a emoção, conseguiu na sétima vida resgatar o amor e a ligação que se perdera naquela tarde no éden. Estas duas coseguiram vencer este desafio, e permaneceram juntas por toda a eternidade... Existem almas gêmeas que se perdem, quando uma se seduz a buscar outras fontes, outras águas... Se a força de uma não é o suficiente para salvar, resgatar a outra, pode se abrir um penhasco eterno, e as duas ficam condenadas a se verem por toda a eternidade, mas a nunca mais se tocarem, ou se sentirem...
E ficam condenadas também a uma não reconhecer a outra na terra, e vice versa por todas as vidas que tentarem voltar para se reencontrarem...
m. Deveriam beber sempre daquela fonte, senão uma terrível maldição os assombraria durante 10 vidas. E se nestas 10 vidas eles não se encontrassem, a ligação seria quebrada, e as almas condenadas a viver separadas no paraíso, sempre uma sofrendo a falta da outra...Outro acontecimento, seria que nunca se encontrariam no éden durante estas 10 vidas, e o ciclo destas almas começaria a se quebrar. Após as 10 vidas, elas se veriam sempre, mas sempre existiria um penhasco sem fundo e extenso por entre elas... E nada poderia ser feito, após estas 10 vidas, para que elas pudessem se encontrar novamente na terra. E estariam condenadas a se ver nos jardins do éden, porém sem se tocar ou sem sentir uma à outra. E sempre que vinham à terra, viviam o amor mais intenso de todos os amores ja vividos, quebravam preconceitos, venciam desafios e alcançavam sempre a plenitude da vida. Eis que em uma das vezes ao buscar a fonte para voltar, uma das almas ficou seduzida por outra fonte, logo mais adiante e rumou a ela para provar de sua água. Porém a outra, que era prudente, e sempre buscava a fonte de origem preferiu não afrontar o Criador e fez como sempre fazia. Ao descer à terra, a Alma prudente ja nasceu com um espírito de busca, algo que a consumia sempre e sempre, que a fazia ter necessidade de algo que não sabia o que era, e buscava sempre por aquilo que a completava, mas nunca conseguia dicernir o que poderia ser. A outra alma, que ficou seduzida por uma outra fonte entretanto, não se dava conta do que havia feito, e sentia sempre algo a consumir, uma aflição inexplicável, uma dúvida implacável de muitas coisas a cerca da vida. E o ciclo sempre era assim. Ficaram 4 vidas se se encontrarem, nem na terra e nem no Éden. E a alma prudente, desesperada, caía em profundo sofrimento, o que acabou fazendo brotar em sua consciência uma sensibilidade aflorada e ao mesmo tempo uma mágoa sombria que sempre pairava em seu coração. Esta alma nunca conseguiu saber do que se tratava na terra, ao passo que sempre buscava se doutrinar no éden, para nunca tomar o caminho errado (visto que esta sempre foi prudente, embora tenha sido criada para ser a emoção, e não a razão). Na quinta vida, estas almas se encontraram, se conheceram, se tocaram, mas a alma que se seduzira por outra fonte não teve a sensibilidade para sentir a ligação que as duas tinham no éden, e traiu a outra com seu desprezo e sua indiferença... A sensibilidade da primeira alma se solidificou, juntamente com a mágoa, e ao retornar ao éden pela quinta vez, a alma prudente chegou ao Criador e disse que estava desistindo de sua outra parte, pois a mesma não tinha mais a ligação inicial com a qual se originaram. O Criador entretanto, em sua infinita sabedoria e compaixão, apaziguou aquela tão sofrida alma, e disse que a punição só viria para a parte que teria se eximido de seus ensinamentos na criação. Então, antes de retornar a prudente alma pensou sobre o que poderia acontecer, se acaso ela bebesse da fonte que a outra alma havia bebido, mas logo entendeu que a angústia no éden que ela tinha, poderia ser tambéma angústia da sua outra parte, e que a mesma também poderia estar bebendo novamente da fonte que fora destinada a ela. E a alma retornou pela 6a. vez à terra, sempre com a mesma busca, sempre com a mesma dúvida, e algo em sua consciencia martelava que o tempo estava acabando, e neste desespero, chegava a confundir outras almas com a sua, com aquela que sempre buscava, que sempre procurava... Mas a busca parecia em vão, sempre em vão. E suas vidas após este episódio se tornavam cada vez mais vazias, cada vez mais sofridas e cada vez mais sem sentido. Ao retornar ao éden, pensando no que o Criador havia dito, subiu ainda um constante desespero, pois se a outra alma fosse punida, ela perderia uma parte de si mesmo. E foi então que a alma prudente teve de deixar sua mágoa de lado e descer novamente à terra, para salvar aquela que sempre esteve em ligação, que sempre completou uma à outra. E após vários renascimentos, pela sétima vez, esta alma, com de
terminação, e deixando suas angústias de lado, partiu em busca novamente por ela, que poderia estar em qualquer parte do mundo. Seu amor foi tão grande, que fez aquela ligação das primeiras vidas ressurgir, e logo encontrou sua outra alma. Como aquela que se seduziu pela outra fonte perdeu toda a sensibilidade para com sua outra parte, assim como em outra ocasião, não a reconheceu. E como a alma que havia sido prudente foi criada para ser a emoção, conseguiu na sétima vida resgatar o amor e a ligação que se perdera naquela tarde no éden. Estas duas coseguiram vencer este desafio, e permaneceram juntas por toda a eternidade... Existem almas gêmeas que se perdem, quando uma se seduz a buscar outras fontes, outras águas... Se a força de uma não é o suficiente para salvar, resgatar a outra, pode se abrir um penhasco eterno, e as duas ficam condenadas a se verem por toda a eternidade, mas a nunca mais se tocarem, ou se sentirem...E ficam condenadas também a uma não reconhecer a outra na terra, e vice versa por todas as vidas que tentarem voltar para se reencontrarem...
Assim dizia a lenda...

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