Esse texto eu ja tinha colocado no meu Spaces e neste blog também, mas depois eu apaguei e cá está ele denovo... Estou com um pouco de tédio hoje para escrever, mas não vou deixar esta vontade minha de dizer o que penso morrer...é também de minha autoria e foi escrito em 11 de janeiro deste ano. Então, aí está:
Somos sempre atores principais de nossas próprias histórias. Somos sempre o mocinho ou a mocinha, independente de quem diga o contrário. Já somos o personagem mais querido por alguns quando ainda nem estamos no mundo. E quando nascemos, sempre fazemos alguém chorar de alegria. Então vem aquela fase em que queremos o mundo ao nossos pés, mas os vilões não deixam. E quando vamos crescendo, os vilões passam a ser nossos heróis. Sem as palavras duras da infância, não seríamos o protagonista idealista do início da adolescência. Então passamos de mocinho comportado a rebelde sem causa neste período. É aí que a história começa a ficar interessante. Neste ponto em que não sabemos se seremos bons ou maus, se seremos o que bate ou o que apanha na escola, se seremos o feinho da turma ou o popular da sala. E é neste tempo que nasce o primeiro amor...O primeiro beijo...O primeiro não...E então começamos a decidir o que seremos. Os conflitos começam, e passamos de rebeldes sem causa a semi-adultos com um futuro a se decidir. Vestibular. Mais um capítulo desta história vai acontecendo. Com realidade para uns, com sonho para outros... impossível para muitos. Neste capítulo, muitos vem... muitos vão... muitos SE vão... Agente ri, agente chora... Agente tenta achar explicação para tudo. Seria tão simples se não tivesse explicação a achar. Nesta fase, agente supõe muita coisa acerca do futuro. Idealizamos o amor perfeito em um ser que não existe. Nas noites procurando uma garota, na música que toca na hora certa, no beijo que acontece... na madrugada que acaba dentro do carro. No sol que começa a nascer, com aquela trilha perfeita tocando no som... No cheiro de grama molhada. Todo mundo diz um dia EU TE AMO, mas poucos o fazem com convicção do que está dizendo. Muitos personagens se perdem no artificialismo da vida comum em si. Muitos ostentam riqueza que não tem. Outros, tem a riqueza mas ostentam a felicidade que não tem. Muitos são felizes e não sabem que são. Outros não são felizes, mas tentam a todo custo, a qualquer preço serem.
Alguns são perigosos, outros complicados, outros loucos... Alguns personagens começam bem suas histórias, mas decidem por outro final menos feliz. Outros tem sua história interrompida, as vezes por querer, as vezes sem querer... as vezes tendo culpa, as vezes desconhecendo o por que.
Tem tempos que a vida parece não ter mais valor, mas ela tem sim. Se cada personagem fizesse a sua história como ele diz que gostaria que fosse, a vida teria mais sentido para mais pessoas. Esse jogo que participamos ao longo da vida, que é a propria vida... Essa história que escrevemos dia a dia, ano após ano não existe rascunho. Infelizmente nós não podemos rasgar uma página que foi mal escrita. Mas podemos sim reler aquela página quantas vezes quisermos, para que os mesmos erros ortográficos, as mesmas pontuações mal feitas, as mesmas histórias mal contadas e os mesmos vícios de linguagem não se repitam. E continuaremos a escrever. Seremos escritores, narradores, personagens, protagonistas, as vezes coadjuvantes, as vezes vilões, as vezes figurantes... tudo seremos. Sempre, e independente de tudo que possamos um dia fazer ou deixar de fazer, estará escrito por nós mesmos.
Mas o cheiro, a música, o momento vivido, a lágrima escorrida, a perda, a vitória, a luta, os minutos em que passamos abraçados com alguém, o pique-pega com a garotinha da 1a série, o cinema com a primeira namorada, o primeiro carro, a primeira casa, a primeira promoção... a primeira viajem sozinho na estrada, a primeira viajem a dois... Os acampamentos da turma, a seriedade da profissão, o stress de um chefe mal amado, um elogio feito na hora certa, uma esmola dada, uma esmola recebida, a mão de uma pessoa especial no seu rosto... isso tudo só quem escreve sua história é quem vive ela de maneira tão intensa. É só ele que sabe o quanto cada coisinha simples e insignificante aos olhos dos outros pode ser tão imensamente incrível na sua maneira de pensar.
Cada um decide como será escrita a pagina de hoje. Cada um sabe como foi escrita a página de ontem. Todos querem saber o que estará escrito na página de amanhã. Alguns tentam fazer rascunhos... alguns tentam escrever hoje a história de amanhã. É inútil. Cada dia existe uma inspiração. Cada momento é único, e cada personagem tem o seu papel. Criamos nossas próprias dificuldades e criamos as soluções para elas. Estar vivo é uma aventura. É poder sentir com toda a emoção esta história. É bater na testa 10 anos depois e dizer: Eu não acredito que fui capaz de fazer isto. Ou mesmo colocar a mão na face admirado 5 segundos depois e dizer: Eu não acredito que fui capaz de fazer isto. A vida é cheia de entrelinhas. É escrita com várias mensagens que você, ao longo da história, vai entendendo o porque delas estarem lá, escritas.
Algumas histórias são escritas em parceria, outras indivualmente... As vezes muitas histórias se confundem numa só. As vezes, algumas histórias precisam de mais de um livro para ter um fim. Tem histórias que existem apenas 10 paginas. E mudam todo o enredo de uma outra história. Tem histórias que mudam outras histórias. Algumas histórias são tão intensas, que parecem nem terem sido escritas por alguém. Ja outras, são tão chatas e tão pacatas que ninguém presta atenção. Tem algumas histórias que ninguém entende o significado. ninguém entende a causa delas existirem. Mas todo mundo tem sua história. Todo mundo é o escritor, diretor e protagonista desta história. Toda vida tem uma história. E toda vida é, incondicionalmente uma história.
Alguns são perigosos, outros complicados, outros loucos... Alguns personagens começam bem suas histórias, mas decidem por outro final menos feliz. Outros tem sua história interrompida, as vezes por querer, as vezes sem querer... as vezes tendo culpa, as vezes desconhecendo o por que.
Tem tempos que a vida parece não ter mais valor, mas ela tem sim. Se cada personagem fizesse a sua história como ele diz que gostaria que fosse, a vida teria mais sentido para mais pessoas. Esse jogo que participamos ao longo da vida, que é a propria vida... Essa história que escrevemos dia a dia, ano após ano não existe rascunho. Infelizmente nós não podemos rasgar uma página que foi mal escrita. Mas podemos sim reler aquela página quantas vezes quisermos, para que os mesmos erros ortográficos, as mesmas pontuações mal feitas, as mesmas histórias mal contadas e os mesmos vícios de linguagem não se repitam. E continuaremos a escrever. Seremos escritores, narradores, personagens, protagonistas, as vezes coadjuvantes, as vezes vilões, as vezes figurantes... tudo seremos. Sempre, e independente de tudo que possamos um dia fazer ou deixar de fazer, estará escrito por nós mesmos.
Mas o cheiro, a música, o momento vivido, a lágrima escorrida, a perda, a vitória, a luta, os minutos em que passamos abraçados com alguém, o pique-pega com a garotinha da 1a série, o cinema com a primeira namorada, o primeiro carro, a primeira casa, a primeira promoção... a primeira viajem sozinho na estrada, a primeira viajem a dois... Os acampamentos da turma, a seriedade da profissão, o stress de um chefe mal amado, um elogio feito na hora certa, uma esmola dada, uma esmola recebida, a mão de uma pessoa especial no seu rosto... isso tudo só quem escreve sua história é quem vive ela de maneira tão intensa. É só ele que sabe o quanto cada coisinha simples e insignificante aos olhos dos outros pode ser tão imensamente incrível na sua maneira de pensar.
Cada um decide como será escrita a pagina de hoje. Cada um sabe como foi escrita a página de ontem. Todos querem saber o que estará escrito na página de amanhã. Alguns tentam fazer rascunhos... alguns tentam escrever hoje a história de amanhã. É inútil. Cada dia existe uma inspiração. Cada momento é único, e cada personagem tem o seu papel. Criamos nossas próprias dificuldades e criamos as soluções para elas. Estar vivo é uma aventura. É poder sentir com toda a emoção esta história. É bater na testa 10 anos depois e dizer: Eu não acredito que fui capaz de fazer isto. Ou mesmo colocar a mão na face admirado 5 segundos depois e dizer: Eu não acredito que fui capaz de fazer isto. A vida é cheia de entrelinhas. É escrita com várias mensagens que você, ao longo da história, vai entendendo o porque delas estarem lá, escritas.
Algumas histórias são escritas em parceria, outras indivualmente... As vezes muitas histórias se confundem numa só. As vezes, algumas histórias precisam de mais de um livro para ter um fim. Tem histórias que existem apenas 10 paginas. E mudam todo o enredo de uma outra história. Tem histórias que mudam outras histórias. Algumas histórias são tão intensas, que parecem nem terem sido escritas por alguém. Ja outras, são tão chatas e tão pacatas que ninguém presta atenção. Tem algumas histórias que ninguém entende o significado. ninguém entende a causa delas existirem. Mas todo mundo tem sua história. Todo mundo é o escritor, diretor e protagonista desta história. Toda vida tem uma história. E toda vida é, incondicionalmente uma história.
11/01/2006
Só um comentário meu sobre este texto... Noto que as vezes uso as mesmas palavras em textos diferentes, e no fim eles sempre dizem a mesma coisa... Claro, cada um é diferente, aborda um contexto particular, mas todos refletem a mesma coisa: Busca... Busca pelo "EU" interior que tanto faço... Espero pelo menos usar outras palavras... palavras diferentes... Quem sabe interpretar textos com certeza vai saber entender o que se passa na minha singela alma humana...
A eterna busca do ser humano...As vezes motiva, as vezes desilude... mas ela sempre está ali, nos empurrando adiante...

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